Os conselheiros do Tribunal de Contas do Espírito Santo podem conseguir um belo reforço em seus ‘míseros’ salários (R$ 22,1 mil). Há pouco mais de cinco meses à frente do órgão responsável por julgar as contas das administrações públicas do Estado, o conselheiro Marcos Madureira quer aumentar seus próprios vencimentos, e dos demais colegas, oferecendo gratificações aos conselheiros que ocuparem outras funções dentro do Tribunal. Nota: o salário do dito cujo é de mais de 24 mil.
Madureira pretende mexer na estrutura orgânica do Tribunal, criando novas áreas de atuação para os colegas, para poder beneficiar todos com as gratificações – que seriam pagas a título de “verba indenizatória” (sic). Além disso, essas novas áreas serão abastecidas com cargos comissionados, de livre indicação dos seis membros do pleno.
O projeto, que começou a tramitar ontem na Assembléia Legislativa, concede uma gratificação de 30% sobre subsídio mensal para o conselheiro que estiver na presidência (Madureira) e de 25% para o vice-presidente – posto ocupado desde o início deste ano por Enivaldo dos Anjos.



