Publicado por ROCA em 13/05/2009

O destino final do Universo depende da exata natureza da energia escura. Dependendo de suas propriedades, Se a densidade de energia escura for constante, a expansão continuará a acelerar para sempre resultando no 'Big Freeze'. Se aumentar, a aceleração da expansão pode ser tão rápida que as galáxias, estrelas, planetas e mesmo os átomos sejam completamente desintegrados, o chamado 'Big Rip'. Finalmente, se a densidade de energia escura diminuir com o tempo, o universo pode colapsar, o chamado 'Big Crunch'. Crédito: NASA/CXC/M. Weiss / Portal do Astrônomo
Imagine um momento em que o Universo inteiro esteve paralisado. De acordo como o novo modelo para a energia escura, isso é essencialmente o que aconteceu há cerca de 11,5 bilhões de anos, quando o Universo tinha ¼ do tamanho atual.
O novo modelo publicado em 06 de maio de 2009 no jornal Physical Review D, foi desenvolvido pelo pesquisador associado Sourish Dutta e o professor de física Robert Scherrer na Universidade de Vanderbilt, os quais trabalharam junto com o Professor de física Stephen Hsu e o estudante David Reeb da Universidade do Oregon.
Para saber mais sobre a cataclísmica infância do Universo, clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 11/05/2009
A Constante de Hubble foi reestimada com precisão acima de 95%
Explorando a capacidade poderosa do telescópio espacial Hubble o time aparou as arestas da ‘escala cósmica de distâncias’ envolvendo as incertezas no comportamento das estrelas variáveis cefeidas.

Essa é uma imagem da galáxia espiral NGC 3021. Essa foi uma das diversas galáxias que sofreram explosões de supernovas tipo 1a observadas recentemente pelos astrônomos. A observação dessas supernovas ajuda a medir a taxa de expansão do Universo, a constante de Hubble. Além disso, o telescópio Hubble ajudou a apurar com maior precisão o comportamento das estrelas variáveis cefeidas nesta galáxia, destacadas em círculos verdes nos quatro quadros. As estrelas variáveis cefeidas pulsam em uma freqüência que é associada matematicamente ao seu brilho intrínseco. Tal fenômeno faz delas a ‘vela padrão’ ideal para a medição das distâncias intergalácticas. As Cefeidas são usadas para calibrar também outro ‘marco de milha’ que pode ser usado nas galáxias mais distantes, as supernovas tipo 1a. Crédito: NASA, ESA e A. Riess (STScI/JHU)
O que quer seja a energia escura, explicações para tal são postas a prova se seguirmos as observações do Hubble que refinou a taxa de expansão do Universo a uma taxa com nível de incerteza inferior a 5%. O novo valor da taxa de expansão do Universo, conhecido como constante de Hubble (H0, em homenagem a Edwin Powell Hubble, o astrônomo que primeiro mediu o comportamento do Universo há quase um século), vale 74,2 km/segundo/megaparsec (margem de erro ≈3,6). Os resultados coincidem com uma medida anterior de 72 ± 8 km/s/megaparsec, mas dessa vez a precisão é o dobro da anterior.
A medida do Hubble, conduzida pelo time da pesquisa SHOES (Supernova H0 for the Equation of State) liderado por Adam Riess do Space Telescope Science Institute e da Universidade Johns Hopkins, usou diversos refinamentos para fortalecer a construção da ‘escala básica de distâncias’ ou ‘régua cósmica’, com comprimento de 1 bilhão de anos-luz que os astrônomos utilizam para determinar a taxa de expansão universal.
As observações via Hubble das estrelas pulsantes, denominadas de ‘variáveis cefeidas‘, usando um ‘marco de milha’ próximo, a galáxia NGC 4528, e nas galáxias que tiveram recentemente explosões de supernovas tipo 1ª, ligaram esses indicadores de distância. O uso do Hubble para balizar esses marcos na ‘escada cósmica de distâncias’ minimizou os erros sistemáticos das observações anteriores de diferentes telescópios.
Para saber mais sobre essa pesquisa dê um clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 10/05/2009

Exoplaneta rico em CO2 orbitando a estrela anã-laranja HD 189733. Crédito: The Register
O lugar mais apropriado para a existência da vida deve ser em volta de estrelas ligeiramente menos massivas que o Sol, denominadas anãs-laranjas, conforme análise publicada recentemente.
Essas estrelas da classe espectral K correspondem a 12,1% das estrelas próximas do Sol e vivem bem mais que o Sol (a vida útil de uma estrela é o tempo de permanência na seqüência principal) e têm zonas habitáveis (regiões onde água líquida pode existir em planetas) bem mais seguras (tanto quanto a do Sol) que aquelas que se apresentam nas estrelas anãs-vermelhas menores.
As estrelas semelhantes em massa ao Sol, classificadas como anãs-amarelas têm recebido o máximo de atenção dos caçadores de exoplanetas. Mas as pesquisas recentes sugerem que as anãs-laranjas constituem de fato melhores lugares para a busca de planetas habitáveis.
Edward Guinan da Universidade Villanova na Pensilvânia lidera um time que tem estudado como as propriedades dessas estrelas variam com a sua massa. O time está baseando seus estudos em observações disponíveis de uma variedade de fontes existentes, tais como medições do satélite ROSAT de raios-X e mais recentes medidas de diversos telescópios terrestres.
Para saber mais sobre essas estrelas, clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 03/05/2009
O Sistema Solar sempre trás surpresas para os astrônomos, mas a recente descoberta do asteróide 2009 HC82 com 2 a 3 km de diâmetro colocou os observadores de ‘orelha em pé’. O asteróide tem uma órbita retrógrada o que é uma anomalia em relação aos demais asteróides. Esse objeto NEO (Near Earth Object) já havia sido detectado anteriormente devido a sua órbita esdrúxula.

2009 HC82: Novo asteróide recém descoberto deixa astrônomos intrigados
Trata-se de uma órbita fortemente inclinada e no sentido inverso ao compararmos com o resto dos corpos do Sistema Solar com um período de 3,39 anos terrestres. Ainda mais ele se aventura perto demais da Terra (3,5 milhões de quilômetros) o que o transforma em um asteróide potencialmente perigoso (PHA).
O asteróide 2009 HC2 foi descoberto em 29 de abril de 2009 através da bem sucedida Catalina Sky Survey e depois disso cinco observações independentes confirmaram sua existência. Além do cálculo apurado do seu período, estimado em 3,39 anos, os astrônomos verificaram a inclinação de 155° em sua órbita com relação a ecliptica do Sistema Solar. Embora as órbitas inclinadas não sejam tão raras, achar um asteroide retrogrado (inclinação > 90°) é extremamente dificil. Outro caso raro é o corpo detectado em setembro de 2008 (Kuiper Belt Object Travelling the Wrong-Way in a One-Way Solar System), descoberto pela Universidade Inglesa de Columbia e denomimado 2008 KV52, com inclinação >90º e apelidado de “Drac” (lembrando a habilidade de Drácula em subir as paredes).
Para saber mais sobre esse asteróide misterioso dê um clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 27/04/2009

Conforme informado no Sky and Telescope blog, o telescópio espacial SWIFT capturou o tênue GRB 090423 (gamma-ray burst – explosão de raios gama) na última quinta-feira que quebrou o recorde de distância do objeto mais distante do Universo observável.
Para saber mais sobre incrível descoberta clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 25/04/2009

Vênus e Lua em conjunção pela manhã. Crédito©: David Cortner
Na quarta-feira, 22 de abril, a Lua e Vênus amanheceram juntas. Apesar das nuvens, David Cortner conseguiu capturar esse belo momento nos céus a partir de Rutherford College, Carolina do Norte, EUA.
Para saber mais sobre como a Lua ocultou o planeta Vênus, clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 24/04/2009

Um impacto colossal pode ser a causa da anomalia do movimento de Vênus
Comparando Vênus com todos os demais planetas do Sistema Solar, nota-se que esse planeta tem uma rotação única. Visto de cima, todos os planetas giram no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Tal comportamento é natural de ser esperado uma vez que se supõe que todos os planetas se formaram da mesma nebulosa planetária há mais de 4,5 bilhões de anos.
O que causou essa anomalia em Vênus? Dê um clique abaixo para saber:
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Publicado por ROCA em 23/04/2009

Imagem da câmera NICMOS do Hubble capturou o campo norte da pesquisa GOODS com imagens das galáxias distantes do Universo primordial. Crédito: C Conselice, A Bluck e equipe GOODS NICMOS
Uma nova pesquisa revelou como as galáxias mais massivas se formaram no Universo primordial e as descobertas confirmam a teoria que suporta a atuação da Matéria Escura Fria na evolução das galáxias. Um time de cientistas de 6 países usou câmera de captura da radiação infravermelha NICMOS do telescópio espacial Hubble para realizar a mais profunda pesquisa já realizada nas faixas infravermelhas do espectro.
Para saber como os cientistas desenvolveram essa pesquisa, dê um clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 21/04/2009

Visão de um exoplaneta oceânico orbitando uma estrela anã-vermelha
Gliese 581, a estrela anã-vermelha que há alguns anos apareceu nos noticiários sobre sua possível “super-terra” em zona de habitação, voltou a ser manchete. O famoso astrônomo suíço Michel Mayor, caçador de exoplanetas, e seu time de astrônomos do Observatório de Genebra na Suíça localizaram um quarto planeta nesse sistema, Gliese 581 e o qual tem massa de apenas 1,9 vezes a massa da Terra. Tal cálculo aponta esse exoplaneta como o menor já encontrado. Orbitando a estrela Gliese em 3,15 dias-terrestres, o novo planeta extrasolar está próximo demais da sua estrela para situar-se dentro da zona de habitação de Gliese 581, estrela que fica na constelação de Libra a 20,5 anos-luz de distância da Terra.
A descoberta deste exoplaneta pequeno (para os padrões atuais de busca), contudo, trás ótimas noticias: os refinamentos nos cálculos dos demais exoplanetas desse sistema confirma que o quarto planeta Gliese 581 d está dentro da zona habitável!
Para saber os detalhes dessas duas importantes descobertas, dê um clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 16/04/2009
Antigo ecossistema antártico pode ser similar a ambientes com vida em outros mundos

Um ecossistema foi encontrado nessa região da Antárctica. Crédito: Jill Mikucki
Cientistas encontraram um antigo ecossistema embaixo de uma geleira na Antártica, um sistema biológico isolado que sobreviveu por milhões de anos sem luz e oxigênio em uma piscina de água extremamente salgada, como uma salmoura. Esse ecossistema contém uma diversidade de bactérias que sobrevivem nas águas geladas e salgadas, repletas de ferro e sulfa. A água desse ecossistema permanece na temperatura de -10º Celsius sem congelar-se por causa do seu alto nível de salinidade, 3 a 4 vezes superior ao dos oceanos. Os cientistas que descobriram e estudaram o ecossistema acharam uma bactéria que consegue converter ferro e sulfa em alimento. A vida encontrada em condições extremas (extremófilos) como aqui pode sugerir como a vida poderia existir em outros planetas e serve como modelo de como a vida pode evoluir sobre o gelo. Assim, cientistas apontam para a possibilidade de vida sob a grossa camada de gelo na lua Europa de Júpiter.
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Publicado por ROCA em 13/04/2009
Astrônomos estudam porque as Supernovas Ia ocorrem tão rápido após a formação da estrela anã branca progenitora

A Supernova 2005ke tipo Ia é mostrada aqui nos comprimentos de onda do espectro visível (à esquerda), espectro ultravioleta (no centro) e na faixa de freqüências dos raios-X (à direita). Esta foi a primeira foto na faixa do espectro dos raios-X de uma supernova tipo Ia e tal imagem trouxe as evidências que essa supernova foi criada pela explosão de uma anã-branca orbitando uma gigante vermelha. Crédito: NASA/Swift/S. Immler
As supernovas tipo Ia como a SN 2005ke, acima, são detonadas quando um membro do par binário excede uma massa crítica e deflagra uma rápida reação de fusão…
Os cientistas há algum tempo consideram um enigma a razão pela qual essas explosões acontecem com tamanha rapidez. Agora, um time de astrônomos chineses julga ter chegado a uma causa provável para esse fenômeno.
“As supernovas tipo Ia são a chave [ 'velas padrão' ] para se determinar as dimensões do Universo, assim nós temos que ter certeza absoluta sobre suas propriedades”, disse Zhanwen Han do Observatório Yunnan. “Nosso trabalho mostra que essas supernovas podem surgir cedo dentro das galáxias onde residem”.
Para saber como esses chineses resolveram esse mistério cósmico, clique no link abaixo:
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