Posts de Abril, 2009
Publicado por εyε em 30/04/2009

Esta concepção artística mostra um buraco negro errante vagando perto de um aglomerado globular de estrelas na periferia da Via Láctea. Crédito: David A. Aguilar (CFA)
Parece enredo de um filme de ficção científica: buracos negros errantes na nossa galáxia ameaçam engolir qualquer coisa nas suas proximidades. Mas o fato é que, segundo os novos cálculos de Ryan O’Leary e Avi Loeb (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics), centenas desses enormes buracos negros, remanescentes da época da formação das galáxias no início do universo, podem estar vagando pela Via Láctea.
Clique no link abaixo para saber a respeito desses buracos negros errantes…
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Publicado por ROCA em 27/04/2009

Conforme informado no Sky and Telescope blog, o telescópio espacial SWIFT capturou o tênue GRB 090423 (gamma-ray burst – explosão de raios gama) na última quinta-feira que quebrou o recorde de distância do objeto mais distante do Universo observável.
Para saber mais sobre incrível descoberta clique no link abaixo:
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Publicado por εyε em 26/04/2009
Cobras das trevas no espaço sideral
Não, eu não vou falar sobre anacondas malditas vindas das trevas. Na verdade esse post irá tratar de um assunto bem mais interessante: as nebulosas escuras descobertas pelo astrônomo E.E. Barnard, o descobridor da Estrela de Barnard.

Snake in the Dark – Crédito ©Stéphane Guisard (Los Cielos de Chile)
Para conhecer mais sobre essas curiosas nebulosas, clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 25/04/2009

Vênus e Lua em conjunção pela manhã. Crédito©: David Cortner
Na quarta-feira, 22 de abril, a Lua e Vênus amanheceram juntas. Apesar das nuvens, David Cortner conseguiu capturar esse belo momento nos céus a partir de Rutherford College, Carolina do Norte, EUA.
Para saber mais sobre como a Lua ocultou o planeta Vênus, clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 24/04/2009

Um impacto colossal pode ser a causa da anomalia do movimento de Vênus
Comparando Vênus com todos os demais planetas do Sistema Solar, nota-se que esse planeta tem uma rotação única. Visto de cima, todos os planetas giram no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Tal comportamento é natural de ser esperado uma vez que se supõe que todos os planetas se formaram da mesma nebulosa planetária há mais de 4,5 bilhões de anos.
O que causou essa anomalia em Vênus? Dê um clique abaixo para saber:
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Publicado por ROCA em 23/04/2009

Imagem da câmera NICMOS do Hubble capturou o campo norte da pesquisa GOODS com imagens das galáxias distantes do Universo primordial. Crédito: C Conselice, A Bluck e equipe GOODS NICMOS
Uma nova pesquisa revelou como as galáxias mais massivas se formaram no Universo primordial e as descobertas confirmam a teoria que suporta a atuação da Matéria Escura Fria na evolução das galáxias. Um time de cientistas de 6 países usou câmera de captura da radiação infravermelha NICMOS do telescópio espacial Hubble para realizar a mais profunda pesquisa já realizada nas faixas infravermelhas do espectro.
Para saber como os cientistas desenvolveram essa pesquisa, dê um clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 21/04/2009

Visão de um exoplaneta oceânico orbitando uma estrela anã-vermelha
Gliese 581, a estrela anã-vermelha que há alguns anos apareceu nos noticiários sobre sua possível “super-terra” em zona de habitação, voltou a ser manchete. O famoso astrônomo suíço Michel Mayor, caçador de exoplanetas, e seu time de astrônomos do Observatório de Genebra na Suíça localizaram um quarto planeta nesse sistema, Gliese 581 e o qual tem massa de apenas 1,9 vezes a massa da Terra. Tal cálculo aponta esse exoplaneta como o menor já encontrado. Orbitando a estrela Gliese em 3,15 dias-terrestres, o novo planeta extrasolar está próximo demais da sua estrela para situar-se dentro da zona de habitação de Gliese 581, estrela que fica na constelação de Libra a 20,5 anos-luz de distância da Terra.
A descoberta deste exoplaneta pequeno (para os padrões atuais de busca), contudo, trás ótimas noticias: os refinamentos nos cálculos dos demais exoplanetas desse sistema confirma que o quarto planeta Gliese 581 d está dentro da zona habitável!
Para saber os detalhes dessas duas importantes descobertas, dê um clique no link abaixo:
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Publicado por ROCA em 16/04/2009
Antigo ecossistema antártico pode ser similar a ambientes com vida em outros mundos

Um ecossistema foi encontrado nessa região da Antárctica. Crédito: Jill Mikucki
Cientistas encontraram um antigo ecossistema embaixo de uma geleira na Antártica, um sistema biológico isolado que sobreviveu por milhões de anos sem luz e oxigênio em uma piscina de água extremamente salgada, como uma salmoura. Esse ecossistema contém uma diversidade de bactérias que sobrevivem nas águas geladas e salgadas, repletas de ferro e sulfa. A água desse ecossistema permanece na temperatura de -10º Celsius sem congelar-se por causa do seu alto nível de salinidade, 3 a 4 vezes superior ao dos oceanos. Os cientistas que descobriram e estudaram o ecossistema acharam uma bactéria que consegue converter ferro e sulfa em alimento. A vida encontrada em condições extremas (extremófilos) como aqui pode sugerir como a vida poderia existir em outros planetas e serve como modelo de como a vida pode evoluir sobre o gelo. Assim, cientistas apontam para a possibilidade de vida sob a grossa camada de gelo na lua Europa de Júpiter.
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Publicado por εyε em 15/04/2009
Sondas espaciais STEREO procuram restos de um misterioso protoplaneta chamado Theia

Implantação dos painéis das sondas STEREO. Crédito: Johns Hopkins, University Applied Physics Laboratory. Crédito: Dr. C. J. Eyles, University de Birmingham
Como a Lua se formou? A principal hipótese “Giant Impact Theory” propõe que no início da formação do Sistema Solar, um protoplaneta com a dimensão de Marte impactou com a Terra. Os restos da colisão, uma mistura do material de ambos os corpos, foram arremessados para fora da órbita da Terra e se aglutinaram dando origem a Lua. Em breve esta teoria poderá ser testada, resolvendo talvez a questão de como a Lua se formou. Duas sondas gêmeas, da NASA, estão prestes a entrar em regiões do espaço conhecidos como Pontos de Lagrange onde os restos deste misterioso protoplaneta podem estar escondidos. As sondas denominadas Solar Terrestrial Relations Observatory, ou simplesmente STEREO, passarão pelos pontos L4 e L5 onde a gravidade do Sol e da Terra se une formando vazios gravitacionais onde asteróides e poeira espacial tendem a recolher-se.
Para saber mais sobre essa interessante missão, clique no link abaixo:
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Publicado por εyε em 14/04/2009
Metano na atmosfera marciana

A figura acima é uma imagem de Marte com um mapa da recente detecção de metano. A parte em vermelho mostra uma maior concentração de metano.
Recentemente, dados de espectroscopia confirmaram a existência do gás metano na atmosfera marciana. Sua fonte ainda é um mistério e isso tem gerado uma possibilidade fantástica: vida extraterrestre! Mas espere um pouco, tenho que deixar algo bem claro, os marcianos não são homenzinhos verdes (ou cinzas) cheios de más intenções para conosco.
Para saber mais sobre essa incrível descoberta, vá até o link abaixo:
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Publicado por ROCA em 13/04/2009
Astrônomos estudam porque as Supernovas Ia ocorrem tão rápido após a formação da estrela anã branca progenitora

A Supernova 2005ke tipo Ia é mostrada aqui nos comprimentos de onda do espectro visível (à esquerda), espectro ultravioleta (no centro) e na faixa de freqüências dos raios-X (à direita). Esta foi a primeira foto na faixa do espectro dos raios-X de uma supernova tipo Ia e tal imagem trouxe as evidências que essa supernova foi criada pela explosão de uma anã-branca orbitando uma gigante vermelha. Crédito: NASA/Swift/S. Immler
As supernovas tipo Ia como a SN 2005ke, acima, são detonadas quando um membro do par binário excede uma massa crítica e deflagra uma rápida reação de fusão…
Os cientistas há algum tempo consideram um enigma a razão pela qual essas explosões acontecem com tamanha rapidez. Agora, um time de astrônomos chineses julga ter chegado a uma causa provável para esse fenômeno.
“As supernovas tipo Ia são a chave [ 'velas padrão' ] para se determinar as dimensões do Universo, assim nós temos que ter certeza absoluta sobre suas propriedades”, disse Zhanwen Han do Observatório Yunnan. “Nosso trabalho mostra que essas supernovas podem surgir cedo dentro das galáxias onde residem”.
Para saber como esses chineses resolveram esse mistério cósmico, clique no link abaixo:
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